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Carta para todos nessa Pangeas

Livre,
Eu sou. Livre porque sei questionar a liberdade: Quem me impede de comer melhor? O que permite que as doenças continuem crescendo no mundo? Por que minhas emoções tem tanta força? O que cria o medo que me prende em casa? etc.

Mas não confundo liberdade com falta de responsabilidade ou com fuga da realidade. Sei que posso escolher meu caminho e que cada escolha cria novos laços, para serem mantidos ou para serem desatados.

Por isso sei que para ser livre eu posso entender melhor como funcionam minhas emoções. Posso descobrir quais realmente são os alimentos e os movimentos que fazem meu corpo ter sua melhor forma. Posso parar para respirar e sair do roteiro que o mundo inteiro escreveu para eu interpretar. E, então, observar melhor a causa (e não somente o sintoma) dos nossos problemas de saúde, de relacionamentos, políticos, econômicos, ambientais... Quem sabe até entender o equilíbrio que a natureza descobriu em bilhões de anos e finalmente poder parar de sugar/temer para começar somente a nutri-la.

O que tenho aqui, obviamente, precisa melhorar. Sempre precisar melhorar. Porque quanto mais livre algo é, mais livre pode ser. Porém, no meio de ideias novas e práticas ancestrais, já tenho algumas pérolas para apresentar. Jóias duras o suficiente para quebrar a identidade sem autoconsciência que nossa humanidade criou e belas o bastante para continuarmos querendo vê-las evoluir.

No mínimo, espero que as ideias que descubro em liberdade sejam responsáveis por te ajudar a também parar e respirar.